iPad? Não, obrigado.


Na década de 70, a Apple revolucionou o mundo dos personal computers (PC) com o lançamento do Apple II. Em 2001 mudou o universo da venda de música com o iTunes e em 2007 revolucinou a telefonia com o iPhone. Na última quarta-feira (27), com o lançamento do iPad, a Apple espera ser um novo divisor de águas da indústria de PCS.

Apesar do Steve Jobs, CEO da Apple, apresentar o gadget e dizer que o iPad irá suprir uma lacuna entre smartphones e notebooks, a mídia especializada criticou a falta de funcionalidade do iPad. Em meio as críticas, destaco a opinião de Matt Gemmell, desenvolver de software para produtos da Apple, publicada em seu Twitter:“O iPad é o maior avanço na tecnologia de leitura de banheiro da história da humanidade.”

O iPad não possui a “multi tarefa”, ou seja é impossível ouvir música e escrever um texto ao mesmo tempo. Não tem câmera fotográfica, só roda aplicativos apenas da App Store, não é widescreen e precisa de adaptador até para usar USB.

Para além das críticas, analistas do mercado de tecnologia apostam que o iPad irá vender ainda este ano 3,5 milhões de unidades e deverá se consolidar em 2011, com a venda de 8 milhões de gadgets.

Tendo em vista a legião de fãs dos produtos da Apple certamente o iPad será um sucesso de vendas pelo simples fato para que você possar mostrar aos seus amigos que você possui o “modelo ultra-revolucionário gadget da Apple”. Por outro lado, as estratégias da Apple sempre visam a segunda geração dos seus produtos. A primeira é sempre mambembe e a segunda sempre contorna as críticas e incorpora novos atributos.


Característica do iPad

O gadget possui processo de 1 GHz, Bluetooth 2.1 + EDR, Wi-Fi, 3G, bússola, tela touchscreen de 9,7 polegadas, com espessura de 1,2 centímetro, e autonomia de bateria de 10 horas (com execução de vídeos). O iPad pesa menos de 700g, capacidade de armazenamento de 16 GB, 32 GB e 64 GB e custa entre 499 e 829 dólares (segundo a capacidade e tecnologia 3G).


O iPad utiliza o navegador Safari, gerenciador de fotos, vídeos, música, com acesso ao iTunes, App Store, e-mail, YouTube, sistema de mapas e os tradicionais aplicativos do iPod/iPhone.

iPad e o jornalismo


O The New York Times, um dos jornais mais importantes do mundo, fechou parceria com a Apple para que o jornal possa ser lido no iPad. Para isso, foi desenvolvido um aplicativo para o gadget, que simula o formato do “velho jornal de papel”. No iPad é possível escolher a quantidade de colunas, tamanho do texto, virar as páginas, marcar textos interessantes para leitura posterior e outras funcionalidades.

iPad e a indústria pornográfica
Se o iPad não agradou alguns especialistas e potenciais usuários, a Digital Playground, uma das principais empresas de conteúdo adulto do mundo, anunciou que irá produzir o primeiro filme pornô para o novo produto da Apple.

“Usuários poderão aproveitar agora a experiência do toque manual a partir da tela de 10 polegadas, melhor do que assistir nas telas do iPhone e do iPod.”, disse Farley Cahen, relações públicas da empresa.

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