O futuro da Veja

Este post não faz muito sentido. Afinal é certo que os meios impressos terão outra “cara” no futuro e outros trocaram o papel por outro suporte.

Talvez a utilidade deste post seja em informar que o presidente da Editora Abril e fundador de Veja, Roberto Civita acredita que a Veja não estará mais no papel daqui a 40 anos. Ele acredita também que a revista não é nem de esquerda e nem de direito, mas de centro.

De acordo com matéria do Comunique-se, Civita explica que a revista ficará concentrada na edição online, mas a informação “filtrada e organizada”, com “análises inteligentes”, não deixará de existir.

Mas aí, vem o questionamento: para continuar existindo daqui a 40 é preciso de um planejamento a médio-longo prazo.

Na última pesquisa do Meio&Mensagem, a revista Veja registrou queda de 0,58% em sua circulação, principalmente em 6,18% em São Paulo e 6,13% no Rio, curiosamente nas cidades com maior participação na fatia de acesso à internet. Este é o presente.

O discurso do Civita deixa claro que a revista mudará apenas o suporte para sobreviver na indústria de informação. Será que daqui a 40 anos teremos a mesma mentalidade e/ou o perfil de leitor será o mesmo? Planejar o futuro de um jornal não deveria lever em conta tais elementos?

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