Jornalismo na internet, parte 4

“El impacto de Internet en las rutinas periodísticas”, foi o tema da última palestra, realizada pelo prof. Dr. Pere Masip (Universidad Ramón Llull), integrante do Mini Curso promovido pelo GJOL, que debateu durante esta semana o “Jornalismo na Internet”.

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Masip contextualizou a relação dos jornalistas com a internet. Lembrou o início das primeiras homes e sua característica transpositiva, das falhas organizacionais empresarias na implantação da internet nas redações, segundo ele de forma improvisada, fragmentada e sem política de conectividade (poucos computadores com acesso à internet) e a web não era vista como possibilidade de negócio e ferramenta de trabalho.

Confira o vídeo em que Masip aborda a relação dos jornalistas e a internet e os estágios do ciberjornalismo

 

Esta condição fora revista a partir do ano 2000, momento em que a internet se transforma em ferramenta essencial para o exercício da profissão jornalística. Contudo, Masip destacou que mesmo a internet ocupando papel central na produção de conteúdo nas redações, as novas tecnologias influenciam pouco o produto final: as matérias. O professor da Universidad Ramón Llull reforçou o coro que clama por mudanças no ensino do jornalismo nas academias.

A observação justifica-se: 90,14% dos jornalista usam a internet para o acesso ao e-mail, enquanto para 48 % a web é fonte de dados concretos e oficiais e 49% lêem outros veículos digitais, tanto como pauta e confirmação de notícias, ou seja a teia funciona mais como fonte (os jornalistas consultam os mass media e fontes oficiais para a confirmação de dados) do que como suporte ou plataforma laboratorial de novas narrativas.

Neste trecho, aborda o “Como e para que os jornalistas usam a web”


“A multiplicidade de fontes (resultante da liberação do pólo emissor) exige maior apuração dos jornalistas. Porém, para tal apuração é necessário tempo, palavra inexistente nas redações e com as últimas notícias então….Com isso, os jornalistas fortalecem as fontes de confianças, quase sempre ligadas à entidades, especialistas e instituições privadas e públicas”

 

 

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