Concessões de rádio e tevê brasileira

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Para esquentar os debates sobre as concessões  públicas de rádio e TV no dia 5 de outubro, selecionei alguns trechos de um artigo de Hamilton Octavio de Souza publicado no Jornal PUCViva.

“A Constituição impede a monopolização do setor, mas as principais redes atuam como grandes monopólios privados. A Constituição exige que a comunicação social promova a produção da cultura nacional e regional e a divulgação da produção independente, mas as redes – como a TV Globo – impõem uma programação centralizada e geralmente importada da indústria cultural estrangeira. A Constituição exige que a TV tenha finalidade educativa, artística, cultural e informativa, mas boa parte das emissoras produz e veicula programas que não atendem essas exigências constitucionais – pior ainda é que despejam em cima da população brasileira programas de baixaria e o lixo importado que nada tem a ver com a identidade, os valores e a cultura nacional”.

Leia o artigo na íntegra.

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