Sou daqueles que acreditam que a publicidade serve apenas para esconder a mais-valia e péssima qualidade dos produtos em embalagens atraentes e vistosas, quando não frases, conceitos e slogan distantes da real propriedades dos produtos anunciados.
Porém, a campanha da L’Oréal - O que está acontecendo com a Grazi? – é realmente interessante. Em outro post discuti o fator “atenção” na internet. Gastamos muito tempo na internet, logo, desenvolver campanhas que atraiam a atenção do público e “gerem” um “gastar tempo” interessante para audiência é a melhor alternativa para promover uma marca/produto.
A campanha da L’Oréal é exemplo deste “gastar tempo”, com pinceladas de interação com o consumidor/interagente. Gostei como a agência contratada, Publicidade Interativa trabalhou o cross media para promover o produto. Vale a pena dar uma olhada.
Aproveitando o título deste post, outra iniciativa 2.0 é o Zooppa, espaço para a publicidade realizada através de conteúdos realizados pelos consumidores registrados no nosso site como usuários. O método é simples:
1 Eu te dou uma marca
2 Você faz um anúncio
3 Você vota no melhor
4 Eu te pago
Segundo a Zooppa, este modelo de publicidade colaborativa “significa estimular o talento criativo de todos aqueles que normalmente não têm voz no mundo tradicional da publicidade”.
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Viu o contador do abaixo assinado que lançaram http://harad.nardol.org/counters/veto2008/160×120.png
Atualiza a cada 20 minutos. E só colocar esse endereço no lugar do da imagem que está aí e pronto
Sim sim, vou… só não vou poder ir dia 13 que vai ser à tarde, infelizmente, mas pretendo ir nos outros…
pra mim um exemplo bacana é o último do doritos, organizado por Edelman. todos os videos finalistas estao no YouTube. Genial.
Valeu pela dica, João. Já adicionei ao blog.
Acho que a matéria abaixo pode ser do interesse de vcs. Há um novo “1984″ sendo gestado no BR.
Abraços!
Receita quer acabar com a declaração de isento de IR
Ter, 29 Jul, 02h05
A Receita Federal do Brasil vai acabar com a obrigatoriedade da Declaração Anual de Isento do Imposto de Renda. Já nos próximos dias, a Receita, segundo assessores, deverá publicar no Diário Oficial da União (D.O.U.) uma instrução normativa nesse sentido. Mas o anúncio da medida e as explicações sobre a decisão só ocorrerão depois da publicação da norma.
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O coordenador Nacional do Imposto de Renda, Joaquim Adir, informou que a Receita Federal deve substituir a declaração de isento por outro mecanismo de controle. Tecnicamente, os estudos já estão concluídos e aguardam a decisão final do secretário da Receita, Jorge Rachid. Segundo Adir, várias alternativas foram entregues à cúpula da Receita. “Queremos desonerar estes milhões de declarantes isentos, mas a Receita não pode perder o controle”, afirmou. Ele, no entanto, não quis antecipar as propostas. “O mais importante é dar a notícia esclarecendo como fica a situação de cada um”, justificou. “Há vários estudos, vários caminhos”.
A Declaração Anual de Isento do Imposto de Renda é obrigatória para todas as pessoas que não tiveram rendimentos suficientes para fazer a Declaração do Imposto de Renda da Pessoa Física. No ano passado, estavam obrigados a fazer a Declaração de Isento todos os contribuintes que receberam rendimentos, em 2006, inferiores a R$ 14,99 mil. Pela regra atual, quem não entregar o documento por dois anos seguidos tem o Cadastro da Pessoa Física (CPF) suspenso.
CPF e biometria
Outra medida que deve ser anunciada é a emissão do CPF no momento do registro da Certidão de Nascimento. Em agosto, deve ser assinado um acordo de cooperação entre a Associação dos Notários e Registradores do Brasil (Anoreg) e a Receita Federal para preparar os cartórios para a mudança.
O presidente da Anoreg, Rogério Bacellar, informou que deve funcionar inicialmente um projeto piloto e sua implementação deve ser mais fácil nas regiões Centro-Oeste, Sul e Sudeste.
Ele disse ainda que a Receita deve assinar um outro convênio com a Polícia Federal (PF) para que também seja tirada a impressão digital dos recém-nascidos, que será incluída na base de dados da PF. “A biometria vai dar maior segurança. É o primeiro passo para o documento único”, afirmou.