é a definção do Francisco Madureira para o Qik um mix de Youtube e do Twitter. A idéia é simples: o usuário faz um cadastro, confirma-o via SMS, aí vem o loading… e depois o sistema fica online para você fazer o streaming de vídeo do próprio celular.
Vigilância? Monitoramento? Voyeur? Uma ferramenta a mais para o ciberativismo? Um alternativa para democratizar a mídia?
O Francisco propõe uma série de idéias (muito boas) políticamente incorretas do que fazer com sua nova câmera escondida com transmissão para o mundo. Pensei em várias besteiras, mas prefiro compartilhar com vocês apenas que o Qik poderá ser uma ferramenta para o jornalismo open source, tendo em vista que o “inusitado” tem destaque nos critérios para definir a noticiabilidade do conteúdo colaborativo.
A novidade é a mobilidade que o Qik permite. Dessa forma, o cidadão-repórter poderá enviar do próprio local as informações sobre o fato ou a cobertura do próprio fato in loco. E não é apenas isso, já que o jornalismo (dos mass media) é alimentado por relatos de segunda/terceira mão, o conteúdo colaborativo poderá ocupar um papel crucial tanto registro em primeira mão como publicá-lo, o que poderá gerá uma interferência na esfera de visibilidade pública. Coisa que todo mundo espera…
A observar…
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